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Avaliação de Risco Ambiental de Medicamentos: a iniciativa Medicamentos & Futuros Sustentáveis

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Contexto  

A publicação do decreto que instituiu a Logística Reversa de Medicamentos (Decreto Nº 10.388/2020), representou um avanço inicial para a redução do impacto ambiental relacionado à presença de fármacos no meio ambiente. Várias iniciativas foram implementadas envolvendo responsabilidades para cada uma das partes envolvidas: governo, fabricantes, importadores, distribuidores, farmácias, drogarias,e consumidor final.

O setor farmacêutico se mobilizou bastante, e entre outros, fabricantes e importadores passaram a efetuar transporte dos medicamentos dos pontos de armazenamento secundário até os locais de destinação final ambientalmente adequada.

Os resultados da logística reversa da cadeia de medicamentos descartados pelo consumidor serão publicados em 2022. Os resultados permitirão avaliar os dados de medicamentos retornados na logística, mas ainda não há dados suficientes para apontar isenções, medicamentos de menor ou maior preocupação do ponto de vista ambiental.

Em tese, todos ainda estão na mesma cesta, sobretudo pelo fato do Brasil ainda não regular ou solicitar antes do registro dos medicamentos a Avaliação de Risco Ambiental de fármacos ou ERA (Environmental Risk Assessment). Na Europa, desde 2006, a Environmental Risk Assessment (ERA) é provida no ato do registro do medicamento, contendo uma avaliação dos riscos ambientais dos fármacos. A diretriz EMEA/CHMP/SWP/4447/00 possibilita aos fabricantes identificarem quais ativos considerados mais preocupantes e aqueles de menor preocupação para fins de priorização e esforços.

 

O que é a iniciativa Medicamentos & Futuros Sustentáveis (MSF) da Altox?

A iniciativa Medicamentos & Futuros Sustentáveis da Altox tem como objetivo prover a etapa seguinte da gestão ambiental de fármacos: a identificação dos fármacos de preocupação baixa, moderada ou alta (fármacos prioritários).

Com o uso de modelos computacionais validados (sem testes tradicionais), as empresas podem conhecer melhor seu portfólio e realizar a gestão ambiental correta através de um processo de priorização ambiental.

A iniciativa é voluntária, e enquanto não há normas sobre o assunto no Brasil, cada empresa pode decidir incorporar às suas ações de responsabilidade socioambiental.

Saiba mais sobre o método, publicado pelo diretor de toxicologia da Altox prof. MSc. Carlos Eduardo Matos, no periódico Computational Toxicology:

Prioritization of pharmaceuticals in drinking water exposure based on toxicity and environmental fate assessment by in silico tools: An integrated and transparent ranking
2018 Computational Toxicology 9
DOI: 10.1016/j.comtox.2018.10.005
Carlos Santos A.C. Nardocci

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