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Modelos in silico no Brasil: especialista da Intertox participa de evento sobre testes pré-clínicos no SINDUSFARMA

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O prof. Carlos Eduardo Matos, ministrou palestra sobre “Aplicação de modelos in silico para verificação de efeitos toxicológicos no contexto da indústria farmacêutica” no I Fórum de Ensaios Pré-clínicos, promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo.

O evento contou ainda palestrantes representantes da Rede Nacional de Métodos Alternativos (RENAMA), do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA), do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), da empresa GC2, e da Vice-Presidente da Comissão de Proteção aos animais da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP), Dra. Marta Pereira Velez.

Na palestra, foram esclarecidos aspectos sobre a importância dos modelos in silico no contexto dos métodos alternativos e dos modelos tradicionais de reconhecido papel para avaliação da segurança de produtos. Foram apresentadas diversas diretrizes internacionais que dispõem sobre as situações específicas em que os modelos in silico são utilizados para fins regulatórios.

Os modelos in silico têm sido aplicados atendendo a critérios específicos para cada endpoint e contexto podendo ter natureza preliminar, complementar e ou substitutiva. Em algumas situações específicas, os modelos in silico já são atualmente preconizados em normas internacionais e exigidos por agências reguladoras, como exemplo, no caso da avaliação de impurezas em medicamentos e agroquímicos, em que não é possível obter fisicamente quantidades suficientes da molécula específica para realização de testes inequívocos, e a relevância do modelo in silico é então considerada para a tomada de decisão.

O prof. Carlos esclareceu a importância de ações de diálogo (tal qual esta do Sindusfarma e ABDI), atualização e alinhamento das agências reguladoras, indústria e governo, quanto a estes aspectos regulatórios e diretrizes sobre uso de modelos in silico no Brasil. Tais ações incluem também a conscientização da sociedade quanto aos avanços e limitações da ciência associadas às complexas questões que envolvem a segurança de produtos (e saúde pública) e aspectos do Direito Animal. Neste contexto, o diálogo entre os diversos setores no evento serviu como passo inicial para troca de experiências e definição de melhores práticas.

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